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Cooperativas do agro se reúnem com Banco do Brasil durante Show Rural para discutir crédito

12/02/2026

Representantes do  Banco do Brasil se reuniram com lideranças de 11 cooperativas do ramo agro nesta terça-feira (10/02), na Casa Paraná Cooperativo, durante o Show Rural Coopavel, para apresentar uma nova opção de linha de crédito disponibilizada para o setor. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, abriu o encontro, apresentando projeções atualizadas da safra, expectativas para 2026 e grandes números do cooperativismo. 

“Temos 157 agroindústrias em funcionamento no cooperativismo no Paraná e mais de dez em construção. Precisamos agregar valor porque 48% do faturamento das cooperativas do agro é gerado nessas indústrias. Estamos em busca de crédito para viabilizar integralmente esses projetos”, frisou. 

Entre as principais demandas do cooperativismo para 2026, Ricken destacou proposta robusta para o Plano Safra 2026/2027, redução significativa das taxas de juros, priorização das linhas de investimento e aumento do montante de recurso para equalização dos juros, além de renegociação de dívidas e fortalecimento do seguro rural. 

Como solução, o Banco do Brasil apresentou o BB Barter. “É uma proposta de modelo de negócios que deverá representar, para as cooperativas, garantia do recebimento da produção, aumento das vendas, recebimento à vista, ajuste do fluxo de caixa e balanço, abertura de margens para novos investimentos, redução de custos, maior segurança e atendimento a mais cooperados. Mas para seguirmos, precisamos da parceria das cooperativas”, disse Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, que também sinalizou sobre a possibilidade de personalizar a proposta de acordo com o perfil das cooperativas interessadas. 

O diretor de Agro do Banco do Brasil, Alberto Martinhago, apresentou a forma de funcionamento e as taxas de juros do BB Barter e afirmou que a intenção da instituição é estar dentro das cooperativas, para uma aproximação maior com os produtores. “Queremos oferecer crédito simplificado para o produtor, além de maior agilidade, taxas reduzidas, aumento de limites, proteção de preços, menos exigência de garantias e jornada preservada”, disse. 

Representantes das cooperativas se manifestaram ao final da reunião, expondo sua percepção quanto à proposta - que deverá seguir em discussão, com o agendamento de conversas individuais do Banco do Brasil com as cooperativas.  

Também participaram da reunião o diretor de Riscos do Banco do Brasil, Alan Carlos Guedes de Oliveira; o diretor de crédito do Banco do Brasil, Luciano Matarazzo Regno; o superintendente estadual de varejo, Omar de Vasconcellos; o diretor-secretário da Ocepar, Luiz Roberto Baggio; e o gerente técnico e econômico da OCB, João Flávio Prieto.

Comunicação Sistema Ocepar

 

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