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Projeto Mulheres, da Coopermota, forma sua primeira turma

09/03/2010

Participaram do evento cerca de 270 pessoas entre formandas e suas famílias, diretores, gerentes e conselheiros da Coopermota, além do representante da superintendência do Ministério da Agricultura no estado de São Paulo, Sr. Nelson Luzin, e a representante da Promoção Social do Sescoop/SP, Roseli Maria Prado.
 
Formado por 90 esposas e filhas de cooperados, o programa teve como objetivo inserir a mulher no cotidiano da cooperativa e da propriedade rural para que ela possa atuar de forma mais incisiva junto aos negócios da família.
 
Iniciado em abril de 2009, o curso teve duração de nove meses. Divididas em núcleos – Cândido Mota, Palmital, Ibirarema/Campos Novos e Ipaussu –, as cooperadas tiveram aulas sobre “Conjuntura econômica e global”, “Conjuntura brasileira e regional”, “Relações sociais”, “Código Civil e noções de legislação sobre o Direito da mulher”, “Agricultura como atividade econômica”, “Cooperativismo”, “Mercado Agropecuário”, “Liderança”, “Gestão da propriedade agrícola”, “Manejo de agrotóxico”, “Meio ambiente” e “Saúde física”, temas baseados nos módulos “Contextualização do Agronegócio”, “Gestão da propriedade rural”, “Participação e cidadania” e “Qualidade de vida”.
 
Para a assessora de cooperativismo da Coopermota, Inês Rosa, dentro dos objetivos propostos os grupos atingiram o resultado esperado, que era do envolvimento e entendimento delas a cerca do que é a cooperativa, o sistema.
 
“Superamos todas as expectativas, pois os quatro núcleos já estão se manifestando para realizar trabalhos, para se manter como grupo. Exemplo é a articulação das mulheres de Palmital e Ipaussu, propondo ações de valorização da cooperativa, formação do comitê feminino, participação mais ativa junto a organização. Isso aconteceu de forma natural, o que nos anima muito”, salienta.
 
Além disso, Inês avalia que a principal mudança ocorrida com as mulheres foi a melhoria da auto-estima. “Inicialmente elas não sabiam o que era curso, se apoiaram um pouco no discurso dos maridos. Porém, terminaram com outra visão, com a convicção de que é preciso participar, se interar, criticar, questionar para mudar”.

Assessoria de Imprensa Coopermota

 

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