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Cooperativa Educacional de Barreiras, exemplo de educação

08/03/2010

A Cooperativa Educacional de Barreiras (Coopeb) que fica na cidade de Barreiras, no estado da Bahia, tem mostrado seus excelentes resultados obtida nos últimos três anos.

A Cooperativa conseguiu as melhores notas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) por três anos consecutivos. Isso não é mera sorte, mas sim um trabalho feito desde sua criação há dezesseis anos.

Todo investimento que é feito na educação, reflete positivamente nos resultados alcançados pelos alunos, tanto nos resultados do Enem, como nos vestibulares das mais variadas universidades e faculdades do Brasil.

Percebendo a importância e o fascínio que a informática exerce sobre os jovens, a Coopeb investiu na aquisição de lousas digitais, uma nova tecnologia que tem ajudado a prender a atenção dos alunos durante as aulas, mesmo nas aulas consideradas “chatas” pelos alunos, como matemática.

Segundo a coordenadora pedagógica da Coopeb, Joésia Gusmão, este recurso é o que de mais moderno existente em tecnologia para sala de aula. “Essa ferramenta linca o aluno fora do espaço escolar, já que todo o material que é trabalhado através da lousa digital fica à disposição do alunado no site da escola. Além disso, o estudante pode levar no pendrive para casa todo o conteúdo aplicado na escola, revisitando o material em outros momentos, tirando, com isso, possíveis dúvidas”, diz  Joésia Gusmão.

A professora de português e literatura da Coopeb, Mônica Pereira diz que as novas tecnologias adotadas nas salas, melhorarão a interação aluno/professor. “Temos a possibilidade de facilitar a interação professor/aluno e criar determinadas situações a partir do que surge em sala e do conteúdo que preparamos com antecedência”, comenta Mônica e continua, “o quadro digital trás a versatilidade e a facilidade de se conectar a outros mecanismos de informação, além de proporcionar aos alunos o fetiche pelo novo. Da maneira anterior como era dada a aula, o professor perdia muito tempo escrevendo no quadro normal o assunto a ser estudado e muitas vezes os alunos acabavam se dispersando. Agora não, esse novo quadro acelera o processo e leva o ensino no ritmo do aluno. Essa geração é da rapidez e da fluidez da informação e a escola tem que estar preparada para acompanhar esse dinamismo dos jovens quanto às novas tecnologias”, argumenta a professora.

Redação Ea com informações do Jornal Nova Fronteira

 

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